"_ De onde você veio?
_ Eu vim do fogo, sereia.
(Ela falava pausadamente
e saboreando as palavras. [Dessas pessoas que valorizam vírgulas.] Por vezes
fechava os olhos para enfatizar algum instante.)
_ Eu não gosto das pessoas
que vem desse país. Na verdade gosto muito, e sempre. Me fascinam. Ao ponto que
não cabe mais em mim conhecer alguém desse lugar. Já está tudo muito apertado
aqui dentro, sabe? E bagunçado também. É que uma vez que conheço esses
estrangeiros nunca mais consigo desconhecer."
"Perguntaram-se os
nomes. Os passados, as músicas. Descobriram-se muito parecidas. Nos gostos, nos
gestos, nas palavras, no amar."
"(Quem ainda usa isso? Tão antigo.
Tão diferente, é bonito até. O antigo.)
Ele estava de costas para a sereia
ajeitando algo no barco que ela não soube dizer o que era. (De certo está a
ancorar)."
"Ainda que cinza, apesar de castanhos, os olhos da sereia
possuiam certo brilho da pequena alegria que lhe causava aquele horário do
dia.
A sereia sempre vinha à beira para sentir o entardecer, fazer parte
dele."
"E foi que avistou o barco pequeno e seu peito a sufocou de
tamanha euforia que passou a habitar ali. Em si."
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Encuentros al azar I
Mi corazón no tiene razón. Ninguna.
Me encuentro enamorada de Silvina Ocampo.
Son dos libros: “Invenciones del recuerdo” y “Ejércitos de la oscuridad”.
Del segundo me enamoré en otra librería. Pero solo ahora voy a llevarlo.
Conmigo. Para siempre. Invenciones me
pedió para que yo lo descubriera entre los otros de Ocampo en la estante
“Literatura Argentina”. Que encanto! Consulté el precio. Diez pesos más que el
primero. Cinco reais a mais. Tengo que llevar. Voy a leer acerca en la portada...
!Que encanto! Una oportunidad más... Mira que no puedo llevar sin leer sus
versos, Silvina... Perdóname pero no tengo mucha plata. Abro dos veces al azar
(es que me encanta esa expresión!) y leo acerca de su hermano angelical,
Gabriel. Después otros lindos versos. Una autobiografía poética. Soy yo. La
necesito. Quiero estudiar a vos. Quiero dormir con el libro junto a mí. En las
tapas hay fotos. Placer, Silvina. ¿Cómo estás? Aún vive. A cada mirada
mia (tuya), a cada palabra leída, no más me siento sola.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Kyss Mig I
Querida,
pienso en ti y me mojan los ojos.
Escribo en la caderneta igual la que regalé a
ti.
Hay muchos árboles acá, está tan linda la ciudad.
Es primavera.
Cuantos árboles por las calles, tan verde, hace poco frio.
Hay balcones con flores.
Vi
rojas tan lindas.
Árboles hacen sombra en las veredas.
Mojan mis ojos.
Ninguna
palabra acá (numero 1821 de calle thames) puede decir lo que (numero 1600-
1709) siento yo.
Te siento a cada respiro mío.
Siento tu boca, tan suave, con
palabras habladas así, como solo tu hablas así.
Buenos
Aires, 08 – 10 - 12
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
da vida de escritor - 1
Não aguento mais.
Já é o segundo, terceiro filme que alugo para assistir que trata de personagens escritores.
É algum tipo de sinal, oh céus?
Sei que me angustia, me desanima, me utopia.
Então é preciso mesmo o isolamento - "solidão diferente de estar só", diz o mantra de 2012 - uma casa no campo, ou na praia, ou uma viagem para um país exótico, ou de carro com amigos, ambos sem freio?
Só assim se é escritor?
Sei que só consigo escrever no silêncio. E o problema de não morar só é mesmo a falta de solidão.
Transformo-me na menina-morcego, quisera ser a mulher-gato, sobra-me quadril, falta-me coragem.
Quedada ao fracasso. Regada a vinho e miojo em noites frias descobertas.
A noite como uma amante. Sinto-me adúltera, escrever é minha traição.
Já é o segundo, terceiro filme que alugo para assistir que trata de personagens escritores.
É algum tipo de sinal, oh céus?
Sei que me angustia, me desanima, me utopia.
Então é preciso mesmo o isolamento - "solidão diferente de estar só", diz o mantra de 2012 - uma casa no campo, ou na praia, ou uma viagem para um país exótico, ou de carro com amigos, ambos sem freio?
Só assim se é escritor?
Sei que só consigo escrever no silêncio. E o problema de não morar só é mesmo a falta de solidão.
Transformo-me na menina-morcego, quisera ser a mulher-gato, sobra-me quadril, falta-me coragem.
Quedada ao fracasso. Regada a vinho e miojo em noites frias descobertas.
A noite como uma amante. Sinto-me adúltera, escrever é minha traição.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O peixinho e a sereia
Tenho escutado bastante nas vans da vida: "Se fosse mulher feia tava tudo certo, mulher bonita mexe com meu coração", canta Seu Jorge sobre a amiga da mulher que dá em cima dele, em uma música engraçada até.
E é altamente compreensível que a beleza feminina atraia os homens.
Agora... por que as mulheres adoram os feinhos com cara de bonzinhos?
Sério, não é papo de Marie Claire não, o que vejo de mulher bonita, inteligente, estilosa namorando-noivando-casando com o "fofinho" me impressiona. Não me chamem de preconceituosa. Não tenho nada contra o fato. Só me chama atenção. É o efeito peixinho. O garoto que na adolescência ninguém queria, no final da história fica com a princesa. O que penso é que mulher não faz questão de beleza, ou do seu padrão de beleza, e se o faz, se encontra longe dos primeiros requisitos. Acredito que para os homens o quesito beleza esteja logo no início. Como se fosse um namoro para os outros, tem muita gente que casa para os amigos. Aposto que você conhece um cara assim.
E um casal fofo que se trate mais ou menos assim:
- Ohhhhw meu peixinho fofo!
- Hum... minha sereia!
É o amooooor.
Ps.: Rendo-me, afinal, também sou mulher: Não é fofo??
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Acabei de ver uma propaganda que tem uma música que faz carinho no coração, mas não faço ideia do nome.
Eu podia estar matando, eu podia estar roubando...
Sai pra lá!
Eu DEVIA estar escrevendo meu projeto pro edital da
Biblioteca Nacional,
Eu DEVIA estar escrevendo minha monografia da pós,
uma vez que já estou no mestrado.
Eu poderia até estar dormindo com você.
Mas estou aqui, tv ligada, goles e mente solta,
catando isnpiração.
Escrevi inspiração errado. Sempre acontece isso,
meus dedos são mais ágeis que a mente que fala na minha cabeça. Essa voz nunca
sai daqui, tic-tac, tic-tac, feito bomba a explodir, e me corrijo pra não ter
gafe, sou revisora afinal, e digito rápido, gosto de fluxo de palavras,
acompanhava o blog da Ana Cañas, a cantora, era cheio de bla-bla-blás sem fim,
incríveis e vomitados em escala, se vocês bem me entendem. E de tanto digitar
(quero tanto uma máquina de escrever...) percebi que digito quase tudo com
apenas dois dedos. O indicador da esquerda e o austero dedo médio da direita.
Sou dessas. Sou destra.
(Como não pensar nos avassaladores? Que mente a minha,
vergonha. Ou não, pois confesso.)
Outra cantora linda estava agora facebookeando
reclamando da vida em crise. Outra inspiração. Tantas cores! Amo cantoras.
Mesmo. Acho que sou uma frustrada. Cantar sozinha, acompanhando a música ou me
acompanhando no violão que não sei tocar, me fazem tão bem quanto escrever. Se
me ouves cantando, sabes que estou bem. Odeio fazer serviço de casa, mas se
ligar o rádio, sou personagem e fica mais fácil ser. Canto me imaginando
em lugares, clipes, palco, cantado junto com o verdadeiro cantor que tem a voz
saindo do computador ou do celular. Quem ainda ouve no aparelho de som? (quero
máquina de escrever e toca-disco.)
Mas sim, amo cantoras, são divas. Já amei uma.
Alguns sabem. Ela não entendeu e me achou uma maluca. Escolhi mal. Para alguns
é charme.Amei outra também, mas não era amor, era uma troca de energias. Sem
querer ser clichê, mas ela era bem assim. Escrevi um texto lindo sobre esse
encontro. Se fosse de outro autor eu diria lindo, tento elogiar meu próprio então.
(fui lá catar o blog da cañas, amo esse nome, e o
sobrenome também. chama conversa de bar, como não poderia deixar de ser. e o
último texto chama saudade do futuro. (...) pausa para pensar (...) me lembra
aquela música da saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi.
deliciem-se: http://www.anacanas.com/site/blog/blog.aspx tim-tim)
O programa acabou e já está a repetir o que vi mais
cedo. O problema é que não consigo levantar do sofá, não é segredo a preguiça.
Primeiro pecado capital. Depois a gula. E luxúria, alguém diz. Avareza,
insistem todos.
Adoro a propaganda que está passando na mtv agora.
Amo a música, me parece uma da madonna, só que em
uma versão lenta, ou da eca-britney que não sei escrever o nome... mas acho que
só parece. A música me dá vontade de chorar. Nunca me ligo nos produtos
vendidos, só hoje parei para reparar e é comercial da smirnoff (que só acertei
o nome por estar bebendo uma agora. ice.
Hoje a tarde descobri como todas as vezes que ligo
a televisão de tarde que esse é o pior horário da tv aberta. Se é que há
melhor. Sim, há. A noite alta. Até poemei falas zapeadas, ficou engraçado, um
pouco, e um pouco esquizofrênico também. Acho que reflete bem o aparelho televisivo.
Depois que eu colocar no meu blog coloco o link aqui. Não.. vá lá,
www.outrasbagatelas.blogspot.com mania de dar tudo mastigadinho.
Mas o tal edital... torçam por mim para eu parar de reclamar de dinheiro, de profissão que não se (me) banca, de não querer dar aula mas de querer (precisar de) dinheiro. Ai, mas não pode ter texto na internet. Deletar alguns de blogs? Mas e o Tremaliteratura.com ? Não dá. Tem que ser ideia nova. Tenho uns três projetos (pensando N,A,D,O... são quatro! e formaram uma palavra, nado!) encaminhados mas, terei que pensar outro. Assisti o filme Na Estrada (que linda essa Kristen, adora causar) e me inspirei. Fazer algo pelo Brasil de meu deus. Mas sem clichês, prometo.
Meu dedo esquerdo médio dói.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Agendamento cronometrado de um dia atípico (postando em tempo real)
Foi como se dissesse: Ainda estou aqui, vai dormir!
Desobedeci.
6:57 Ilusão do pão quentinho na padaria.
Afinal, fresquinho deveria mesmo ser fresco, frio.
Prefiro mais para branco, pensei em dizer. Mas já era tarde, para os pães. E muito cedo para mim.
7:18 Constatação: pela manhã me comporto como uma barata tonta.
Apesar de não gostar nada da imagem que essa expressão traz.
8:00 É hora de tirar os casacos e deixar o sol leve aquecer corpo e alma.
9:19 Já atualizei o currículo e enviei. Ojalá!
A essa hora eu estaria despertando a primeira vez.
9:46 “Sem querer ser, Merecer ser, Um camaleão”
Que letra é essa! Sabe quando a gente pensa: Queria ter escrito essa música?
9:46 “Sem querer ser, Merecer ser, Um camaleão”
Que letra é essa! Sabe quando a gente pensa: Queria ter escrito essa música?
Não, esse não é um exemplo, mas é uma ótima letra, sim.
Já dou um exemplo então...
9:53 Ia dizer que estou sendo lambida pela cortina envolta ao vento e...
Melhor dizer: Dá-se início á luta travada com a cortina em ventania.
Segue o empate.
Ronca a barriga.
Estou caindo de sono.
10:01 E a vencedora foi... a cortina maldita!
caiu sobre mim, com ferro e tudo (com perna e tudo, diria a vovó cacetada)
Leve lesão no braço, ligeiro mal-humor repentino.
10:10 Quando era criança achava que ver horário assim duplicado dava sorte.
Ou quando via numa placa de carro 00 : zero zero, posso ver quem eu quero?
Nunca vi!
10:12 Acabei de ver uma receita de bolo de chocolate incrível do temperaria
(propaganda gratuita, sem oferecimentos)
http://temperaria.com.br/bolo-de-chocolate-infalivel-para-agradar-todo-o-mundo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+temperariafeed+%28Temperaria%29
Queria agora, pronto. Alguém faz para mim? Pago com afagos.
10:13 Receita... "para agradar todo mundo".
Qual será o signo dessa sujeita? Que mania e essa que temos de querer agradar com perfeição?
Como diria um grupo de teatro que ensaiava aos berros em pleno domingo: primeiro: eu, segundo: eu, terceiro:... eeeEU!
10:20 "Eu passei a porra da noite toda com dor de cabeça" - disse alto o vizinho.
10: 21 Você já molhou sua plantinha hoje? Eu já.
10:31 Agora sim, num dia típico, eu estaria desperta enfim!
10:32 Ventania, coisas caindo, janelas e portas chovendo, digo, batendo.
Não parece que vá chover...
10:33 Mais um objeto voador não identificado estronda na sala.
10:42 Confesso que tive que pesquisar como se escrevia: cacetada ou cassetada.
Confesso que vivi.
10:44 Bom saber que tenho leitores, que não são robôs e que posso colorir seus dias.
Sugestão musical: Arco-íris (mas de energia) da Xuxa.
Quando pequena, no colégio, eu fui o amarelo: o sorriso para iluminar, feito o sol tem o seu lugar, brilha dentro da gente. E vocês?
10:49 Hoje tem festinha de noite e estou com as unhas pequeniníssimas de tanto roê-las no final desse período. (Pelo que li deveria escrever "deste" mas não concordo. E "roê"? Nunca havia escrito!) Como pintá-las de vermelho? Vão pensar que sangram!
10:59 Quase onze-horas! E o almoço? Droga, não dá mais para voltar a dormir. Vou terminar de molhar as plantas, ainda não terminei. Havia mentido. Mas agora é verdade.
11:11 Vai que dá sorte...
11:12 Hoje é "aniversário" de Frida Kahlo! Se viva fosse, estaria fazendo... (pausa para conta) 107 anos!! É, nem se viva fosse. Nem viva. Mas viva Frida e suas cores, suas palavras, suas vestes e ideias! Um viva cheio de flores para as cores de Frida Kahlo cores...
11:30 Antes que acabe (as onze horas), uma pausa de lembrança. Trouxe minha "onze-horas", a planta, de volta para casa. Estavam murchinhas e fracas. Molhei. Espero que fiquem bem.
(meu caso de amor por ela: http://www.tremaliteratura.com/2012/03/11h.html )
12:30 Uma hora se passou enquanto esse facebook me dava nos nervos. A cada dia uma nova mudança e a vida mais exposta. Que vergonha! Eu gosto de exposição, ou não estaria aqui. Mas não tenho câmeras escondidas, quero ter o direito do que expor!
12:35 Horário de almoço de um escritório é de.. uma hora? Daqui a pouco nos falamos. Chegou a condução trazendo a mini-vizinha ao lado.
9:53 Ia dizer que estou sendo lambida pela cortina envolta ao vento e...
Melhor dizer: Dá-se início á luta travada com a cortina em ventania.
Segue o empate.
Ronca a barriga.
Estou caindo de sono.
10:01 E a vencedora foi... a cortina maldita!
caiu sobre mim, com ferro e tudo (com perna e tudo, diria a vovó cacetada)
Leve lesão no braço, ligeiro mal-humor repentino.
10:10 Quando era criança achava que ver horário assim duplicado dava sorte.
Ou quando via numa placa de carro 00 : zero zero, posso ver quem eu quero?
Nunca vi!
10:12 Acabei de ver uma receita de bolo de chocolate incrível do temperaria
(propaganda gratuita, sem oferecimentos)
http://temperaria.com.br/bolo-de-chocolate-infalivel-para-agradar-todo-o-mundo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+temperariafeed+%28Temperaria%29
Queria agora, pronto. Alguém faz para mim? Pago com afagos.
10:13 Receita... "para agradar todo mundo".
Qual será o signo dessa sujeita? Que mania e essa que temos de querer agradar com perfeição?
Como diria um grupo de teatro que ensaiava aos berros em pleno domingo: primeiro: eu, segundo: eu, terceiro:... eeeEU!
10:20 "Eu passei a porra da noite toda com dor de cabeça" - disse alto o vizinho.
10: 21 Você já molhou sua plantinha hoje? Eu já.
10:31 Agora sim, num dia típico, eu estaria desperta enfim!
10:32 Ventania, coisas caindo, janelas e portas chovendo, digo, batendo.
Não parece que vá chover...
10:33 Mais um objeto voador não identificado estronda na sala.
10:42 Confesso que tive que pesquisar como se escrevia: cacetada ou cassetada.
Confesso que vivi.
10:44 Bom saber que tenho leitores, que não são robôs e que posso colorir seus dias.
Sugestão musical: Arco-íris (mas de energia) da Xuxa.
Quando pequena, no colégio, eu fui o amarelo: o sorriso para iluminar, feito o sol tem o seu lugar, brilha dentro da gente. E vocês?
10:49 Hoje tem festinha de noite e estou com as unhas pequeniníssimas de tanto roê-las no final desse período. (Pelo que li deveria escrever "deste" mas não concordo. E "roê"? Nunca havia escrito!) Como pintá-las de vermelho? Vão pensar que sangram!
10:59 Quase onze-horas! E o almoço? Droga, não dá mais para voltar a dormir. Vou terminar de molhar as plantas, ainda não terminei. Havia mentido. Mas agora é verdade.
11:11 Vai que dá sorte...
11:12 Hoje é "aniversário" de Frida Kahlo! Se viva fosse, estaria fazendo... (pausa para conta) 107 anos!! É, nem se viva fosse. Nem viva. Mas viva Frida e suas cores, suas palavras, suas vestes e ideias! Um viva cheio de flores para as cores de Frida Kahlo cores...
11:30 Antes que acabe (as onze horas), uma pausa de lembrança. Trouxe minha "onze-horas", a planta, de volta para casa. Estavam murchinhas e fracas. Molhei. Espero que fiquem bem.
(meu caso de amor por ela: http://www.tremaliteratura.com/2012/03/11h.html )
12:30 Uma hora se passou enquanto esse facebook me dava nos nervos. A cada dia uma nova mudança e a vida mais exposta. Que vergonha! Eu gosto de exposição, ou não estaria aqui. Mas não tenho câmeras escondidas, quero ter o direito do que expor!
12:35 Horário de almoço de um escritório é de.. uma hora? Daqui a pouco nos falamos. Chegou a condução trazendo a mini-vizinha ao lado.
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