na cor-
reria
das tuas unhas feitas
de mulher
eu ria
e mirava aline
mirando
o impossível do horizonte
abria com a faca
a concha da lapa
e vertia pra língua
o sabor marinho
que escondia
e no cabo
mais frio da noite
refugiava as mulheres,
os homens,
no leito febril
de sonhos
eu via
aline voando
sem
distinção
ou medo
do que pode ser
ser feliz.
anna beatriz mattos
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segunda-feira, 18 de abril de 2016
um dia escreveram este poema para/sobre mim (isso é tão raro)
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terça-feira, 10 de junho de 2014
nada vai me fazer desistir do amor
nada vai me fazer desistir do amor
a saudade bateu foi que nem maré
quando vem de repente de tarde invade e transborda
a saudade é que nem maré
a saudade bateu foi que nem maré
quando vem de repente de tarde invade e transborda
a saudade é que nem maré
versos da música que nem maré de jorge vercillo aqui:
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